Cachorro cego volta para casa após três semanas desaparecido

 

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Um golden retriever mais velho e cego, se manteve na natureza por três semanas sozinho no Alasca. Em 18 de junho, o amado bebê da família Kubacki , Lulu, desapareceu. "Ela significa tudo", disse seu pai Ted Kubacki à Associated Press. "Eu tenho cinco filhas, e elas têm de 4 a 13 anos, então elas passaram todos os dias de suas vidas com aquele cachorro."

A família inteira estava atrás de Lulu com buscas incansáveis por semanas, porém sem sucesso. Alguém de má fé, inclusive, ligou para a família falando que havia encontrado o cão, apenas como uma "brincadeira".

Mas em 5 de julho, três semanas depois, uma equipe de construção avistou Lulu, que inicialmente foi confundida com um urso. O golden estava a cerca de 4,5 metros abaixo de um barranco ao lado da estrada, não muito distante de sua casa.

Após uma inspeção mais detalhada, os trabalhadores da construção perceberam de que era um cachorro, que necessitava de cuidados veterinários. Ted Kubacki disse à AP que, quando soube que Lulu havia sido descoberta, "liguei para minha esposa do trabalho e ela estava gritando… Ela começa a gritar, depois grita para as crianças. E eu as ouço gritando como louco."

Depois de uma brincadeira na floresta que saiu mal, Lulu, normalmente um cão de 80 quilos, havia emagrecido 23 e estava severamente desidratada, suja e com o pelo emaranhado.

"Eu só esperava voltar e dizer, 'Ei, aqui está meu cachorro.' Ela vai pular e abanar o rabo e beijar meu rosto, e ela não conseguia nem levantar a cabeça", disse Kubacki à AP. "Ela passou pelo espremedor."

Depois de um atendimento veterinário, e de ser tratada, Lulu está se recuperando. "Devagar, mas com certeza, ela começou a comer e conseguiu levantar a cabeça. Mas ontem, ela se apoiou nas patas dianteiras sozinha, como se aninhasse em mim e me deu um beijo e abanou o rabo e foi simplesmente tão bom", disse Kubacki à AP.

Kubacki disse à AP que estava preocupado em cobrir as contas veterinárias de Lulu, mas pessoas de sua cidade de Sitka doaram centenas para pagar a conta. "Temos nosso familiar em casa", disse Kubacki.

 

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