Enfermeira adota cão de paciente terminal para que idosa possa descansar em paz

 

Quem faz parceria com os animais anda de mãos dadas com a paz e sob a proteção de Deus.

 

Em julho, a enfermeira Kim Still que trabalha no Northside Hospital Gwinnett, localizado na Geórgia, Estados Unidos, foi escalada para cuidar de uma paciente idosa com doença terminal. Só que ela não imaginava que os cuidados paliativos a levaria a adotar um cão. O pet pertencia a paciente.

A mulher era tutora de Jax, da raça chihuahua. Preocupada, pois sabia que a doença ceifaria sua vida mais cedo ou mais tarde, estava em busca de alguém que o adotasse. Sua inquietação era com o destino do cão após sua morte.

A idosa não tinha filhos e nem família próxima. Os parentes viviam longe e os poucos que se preocuparam em vê-la, voaram de longe para visitá-la.

Contudo, nenhum se importou com o seu bem mais precioso, ao contrário informaram à enfermeira que o cachorro seria entregue ao abrigo de animais local.

Kim Still que atua na área da saúde há quatro anos e que, desde que assumiu a tarefa de cuidar das pessoas, disse a si mesma que faria o seu melhor para ajudar os necessitados, ficou chocada com a notícia.

A enfermeira não pode acreditar que o fim de Jax seria sozinho em um abrigo de animais. Por sorte seria adotado por uma família, ou caso contrário, sendo sacrificado por estar muito tempo no local.

Conhecendo a história da paciente e o seu amor pelo pet, Kim decidiu agir. Ela foi até o abrigo, onde o cão estava para adotá-lo para que ele pudesse viver feliz ao seu lado e ao lado do seu outro cão.

E claro, para aquietar o coração aflito da sua paciente que tanto amava Jax.

"Eu nunca poderia imaginar a conexão que você desenvolve com algumas pessoas quando cuida delas", disse ela. "Eles mudaram totalmente a minha vida."

Kim e sua paciente criaram uma conexão muito forte, por isso ela decidiu adotar o pet. "Eu nunca vou me livrar dele. Ele é tão doce. Ele é um dos cães mais amorosos de todos os tempos", disse Still ao 23 ABC.

A enfermeira foi premiada com o Daisy Award, "pela extraordinária compaixão de seus colegas de trabalho do hospital por seu gesto comovente". Pois o ato dela adotar o cão não mostrou compaixão só pela paciente, mas também, pelo animal.

Confira a entrevista:

 

Na vida animal e humana, o que impera é a maternidade, o afeto, a proteção e a sobrevivência.

Amar, respeitar e proteger os animais.

Verdadeiros amigos, companheiros fiéis na alegria, na dor, para a vida toda!

Preste atenção ao nosso site, forneceremos informações mais valiosas.

 
Comentário do usuário