William Bonner presta homenagem após perda de seu cachorro de 8 anos

 

Quem faz parceria com os animais anda de mãos dadas com a paz e sob a proteção de Deus.

 

William Bonner, âncora do Jornal Nacional, usou seu Instagram para dar uma notícia triste, a morte de seu animal de estimação chamado Gulliver, de 8 anos.

O golden retriever veio a falecer no dia 03 de dezembro. Em seu feed na rede social, o jornalista prestou uma homenagem ao pet com um vídeo dele brincando.

Além disso, ele falou que sentirá muita saudade.

"Muita gente bacana vai se divertir com ele por lá. Por aqui, a saudade só não vai ser maior que o carinho", escreveu o apresentador na legenda.

"Sei bem como é difícil, acabei de perder o meu filhão peludo também. Foram 13 anos de puro amor e companheirismo, comentou sua seguidora, Soraia.

"Tio Bonner, o que houve com essa lindeza?", perguntou Izabet.

"Sinto muito, William. Meus pêsames", destacou Priscila.

Como amenizar a perda de um animal

Em entrevista exclusiva ao site Amo Meu Pet, a psicóloga Ana Carla Marostica de Souza explica que como temos necessidades sociais e psicológicas, o convívio com os animais suprem muitas delas.

"Uma das mais buscadas é a necessidade de proteção, usando-os como cães de guarda. Outra é como objeto de transferência de amor e carinho, colocando-os como membros da família, que exige cuidados e proteção", disse a psicóloga.

"Todas essas situações liberam neurotransmissores do prazer no Sistema Nervoso Central, como a endorfina, que nos proporciona alegria, motivação e bem-estar. Regula níveis de estresse e ansiedade, assim atuando diretamente na autoestima e na qualidade do sono", acrescentou.

Ana também destaca que os animais de estimação realizam diversos papéis em nossas vidas, ou seja, quanto maior é o vínculo com ele, maior será o nosso sofrimento.

"Cada um reage à sua maneira, mas o mais importante é respeitar o sentimento da perda, chorar e ficar triste é compreensível. Se tiver memórias ruins, procure deixá-las, e se lembrar somente das coisas boas", observou a psicóloga.

Como lidar com crianças que perderam seu animal de estimação

Ana Carla pontua que tratar a morte de um animal de estimação com crianças pode ser um aspecto bem complicado, pois elas têm uma maneira muito especial de passar pelo luto.

"Elas tendem a criar vínculos mais profundos que os adultos, por isso não se deve enganar a criança escondendo a realidade, ela precisa ter o momento dela de sentir a tristeza e se possível se despedir do animal", diz.

Além disso, ela orienta que a realidade deve ser mostrada sem muitos detalhes do acontecido para que ela entenda a situação, mas não se assuste.

Muitas pessoas optam por adotar um novo animal antes de o luto passar, nesse aspecto, Ana detalha que isso irá depender de quão comovente foi a perda do animal e se o luto ainda está muito presente.

"É indicado que se conclua a fase do luto antes, para que se possa amar o novo animal de forma clara, alegre e espontânea, iniciando uma nova história repleta de coisas boas", finalizou a psicóloga.

 

Na vida animal e humana, o que impera é a maternidade, o afeto, a proteção e a sobrevivência.

Amar, respeitar e proteger os animais.

Verdadeiros amigos, companheiros fiéis na alegria, na dor, para a vida toda!

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