Após 2 anos longe, cão chihuahua quase não reconhece tutora em reencontro

 

Quem faz parceria com os animais anda de mãos dadas com a paz e sob a proteção de Deus.

 

O chihuahua, Peanut, era apenas um filhote e sua irmã humana, Malaika Jaovisidha, saiu da casa da família na Tailândia para estudar na faculdade.

Desde então, a jovem passou a ver o cãozinho esporadicamente, e não sabia quando o veria de novo, principalmente após o início da pandemia da covid-19. Mas quando o reencontro veio, dois anos depois, o cãozinho não pôde fazer a irmã humana mais feliz.

Malaika ficou dois anos na Austrália, longe da família que vive na Tailândia, por conta da pandemia da covid-19. Antes disso, ela visitava a família com uma diferença de quatro a seis meses, e a cada vez que Peanut a via "corria para o abraço" e beijava sua irmã excessivamente.

Em entrevista, Jaovisidha disse que cada reunião era tão emocionante quanto a última. "Não importa se eu estive fora por uma semana ou meses. Mas eu geralmente nunca saia por mais de 4 a 6 meses", disse em entrevista.

Em 2020 veio a pandemia, e com ela diversas restrições rígidas precisaram ser cumpridas. Jaovisidha precisou ficar na Austrália — país onde estuda — e por mais de dois anos não pode voltar para casa e reencontrar sua família e seu amigo de quatro patas.

A animação do cãozinho a cada vez que via Jaovisidha a fez pensar que com seu afastamento por tanto tempo fizesse com que ele esquecesse dela.

"Honestamente eu estava com medo de que Peanut tivesse esquecido de mim. Eu nunca estive fora por tanto tempo, não sabia o que esperar".

Os cães possuem memórias de curto e longo prazo, e não se recordam de eventos passados, assim como nós seres humanos conseguimos fazer.

Além disso, os cachorros não esquecem facilmente de seus amigos humanos ou de outros animais de estimação que têm contato com o cão diariamente.

Quando chegou o dia em que Jaovisidha reencontraria sua família e Peanut, na Tailândia, o cãozinho não a reconheceu de imediato, com base em sua reação ao vê-la.

"Tudo o que ele fez foi olhar para mim e abanar o rabo", disse Jaovisidha.

Para Peanut, a reação não foi "estranha", já que para ele, essa é a maneira de cumprimentar estranhos que vêm para acariciá-lo.

Então, sim. Depois de dois anos longe, Peanut se esqueceu da presença de Jaovisidha. O que "salvou" a memória do cãozinho foi o som da voz de sua irmã humana.

Uma vez em que os cães recordam facilmente de sons e aromas. Assim que Jaovisidha falou, Peanut reconheceu sua voz instantaneamente.

Quando Jaovisidha disse o nome de Peanut ele ficou em êxtase. "Ele começou a chorar e não conseguia parar de subir em cima de mim para me dar beijos", disse.

Certamente o chihuahua ficou feliz em ver Jaovisidha novamente, do mesmo modo que ficava sempre que ela voltava da faculdade para visitas esporádicas. "Eu senti falta de abraçar ele. É a coisa mais doce", disse Jaovisidha.

Depois de dois anos longe, os dois estão aproveitando seu tempo juntos passeando, beijando e abraçando muito um ao outro.

 

Na vida animal e humana, o que impera é a maternidade, o afeto, a proteção e a sobrevivência.

Amar, respeitar e proteger os animais.

Verdadeiros amigos, companheiros fiéis na alegria, na dor, para a vida toda!

Preste atenção ao nosso site, forneceremos informações mais valiosas.

 
Comentário do usuário